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“Porque nenhuma fronteira do mundo pode barrar a Revolução Social”

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Latest articles

Manifesto de um Anarquista do Interior Paranaense

Janeiro de 2023

"Pregar a Paz é um Crime" & "Carta a Um francês"

Trechos de "Pregar a Paz é um Crime", de Ricardo Flores Magón, publicado em 17 de setembro de 1910 durante a Revolução Mexicana no jornal "Regeneración" e da "Carta a Um Francês", de Mikhail Bakunin, publicada entre agosto e setembro de 1870 no jornal "Lá Solidarité":

Programa/Resolução dos Marinheiros de Kronstadt - 1921 - A Comuna de Kronstadt

O que queriam os Marinheiros de Kronstadt quando da Revolta de Kronstadt contra a "comissiocracia" bolchevique de 1921, na Terceira Revolução Russa?Difundimos a primeira parte da "Resolução dos Marinheiros de Kronstadt", de 1921 - que se tornaria também o Programa da Revolta de Kronstadt:

Valente Coração Tucano - Fanfarra do M.A.L - 2014

Música da grupo 'Fanfarra do M.A.L" que inundava com músicas de protesto as mobilizações que ocorreram entre 2013 e 2015, principalmente em ações organizadas em São Paulo, no Brasil, pelo Movimento Passe Livre.

Boas Festas

Isabel Cerruti, anarquista brasileira, escreve no dia 26 de dezembro de 1933 o artigo “Boas Festas”, sendo publicado apenas ao dia 30 de dezembro daquele mesmo ano, pelo jornal anarquista "A Plebe". Cerruti contribuiu com o jornal "A Plebe" durante quase todo o seu período de existência (durante as duas fases); também contribuiu para a formação do Centro Informativo Feminino e da Liga Feminina Internacional e nos sindicatos e organizações de ramos: costureira.

Discurso de Defesa de Sante Geronimo Caserio

Trecho do Discurso (proibido) de Defesa proferido por Sante Geronimo Caserio, padeiro anarquista, articulador da "propaganda pelo fato", em seu julgamento pelo assassinato do presidente francês, Sadi Carnot, em 1894. 

Mulheres Anarquistas II

Nomes Esquecidos. Nomes Silenciados. - II

O que eu odeio

Andrade Cadete, militante anarquista brasileiro e pensador da Educação Libertária baseada em Ferrer y Guardia, escreve o poema "O que eu odeio" para o jornal "A Plebe" em 30 de setembro de 1917, no contexto da Greve Geral de 1917 em São Paulo.

Mulheres Anarquistas

Nomes Esquecidos, Nomes Silenciados (Parte I) 

Anarquismo

Influências, Greves, Revoltas e Revoluções

Anarquistas no Brasil (Parte 1)

Nomes Esquecidos - Nomes Silenciados

Algumas Palavras sobre 'Sindicalismo Revolucionário'

Neno vasco, anarquista, sindicalista revolucionário, nasce em Penafiel (Portugal) em 1878 e morre em São Romão (Brasil) em 1920. Publicado no final de 1912 para o Almanaque de 'A Aurora' de 1913 (pela Biblioteca do 'Grupo Aurora Social', da cidade do Porto, em Portugal). Pelo menos vários capítulos já tinham sido publicados como artigo de jornal na década de 1900 quando Neno se encontrava no Brasil. Não sabemos, todavia se o texto completo, tal como está aqui, já fora publicado antes do Almanaque de 'A Aurora' de 1913.